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Blog do Ezequias

Archive for agosto 2008

Entendendo melhor o Hino Nacional do Brasil

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Written by ezequiasti

23/08/2008 at 16:34

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Primeira medalha do Brasil no Taekwondo

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Falavigna vence decisão do bronze e ganha 1ª medalha do Brasil no taekwondo

falavigna_bronze

Parabéns Natália Falavigna.

Pequim-2008

Written by ezequiasti

23/08/2008 at 14:11

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Lei seca

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LEI SECA

Written by ezequiasti

21/08/2008 at 22:32

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Pensamento

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Quando foi a última vez, que você fez algo pela primeira vez ?

Written by ezequiasti

21/08/2008 at 22:30

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Você é ‘Hands on’?

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Max Gehringer / Colunista da Revista EXAME
Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais.
E a empresa exigia que os interessados possuíssem – sem contar a formação superior – liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON.
Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.
Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego.
A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.
E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico…
Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno..
E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.
Seu Borges: – Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: — In a hurry!
Seu Borges: – Saúde.
Fabiana: — Não, Seu Borges, isso quer dizer ‘bem rapidinho’. É que eu tenho fluência em inglês.
Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
Seu Borges: – E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: — O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: – Não, não! Cópias normais mesmo.
Fabiana: – Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade.
Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: – Fabiana, desse jeito não vai dar!
Fabiana: – E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: – Como assim?
Fabiana: – É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar.
E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: – Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: – Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro…
Seu Borges: – Futuro? Que futuro?
Fabiana: – É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: – Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
Fabiana: – Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: – Hã?
Fabiana: – Hands on….Mão na massa.
Seu Borges: – Claro que sou!
Fabiana: – Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada!
Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:
1 – Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.
2 – E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.
Alguém ponderará – com justa razão – que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.
Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.
Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas!
Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação… só que não sabia nem abrir o capô. Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava ‘nóis vai’ e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar.
Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.
– Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz:
O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.
Max Gehringer

Written by ezequiasti

21/08/2008 at 22:29

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Quer saber quantas medalhas o Brasil ganhou em todas Olimpíadas ?

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Veja o site do The New York Times

Written by ezequiasti

21/08/2008 at 22:08

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Pensamento

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"O homem é o único ser da criação capaz de experimentar mudanças por própria determinação."
(Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol))

Written by ezequiasti

21/08/2008 at 21:59

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